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Foco Ambiental –> ÚLTIMA EDIÇÃO DESSA 1º TEMPORADA: Boas Matérias para Encerrar essa 1º TEMPORADA.


Curiosidades sobre a Fauna a Flora

001 – A cidade de Santos (SP) tem o maior jardim de praia do mundo (218.800 m²) que molduram as praias com 1.746 espécies vegetais, reconhecidos pelo Guinness Records.Clique aqui para visualizar a notícia oficial.
002 – Rio Claro foi a primeira cidade do Estado de São Paulo e a segunda do país a receber energia elétrica, em 1885.
003 – No Egito, não havia florestas, e para a construção de embarcações e edifícios, era preciso buscar madeira em outras terras.
004 – Cerca de três toneladas de lixo espacial flutuam a menos de 200 Km do solo e, é composto de restos provenientes dos objetos lançados pelo homem no espaço, que circulam ao redor da Terra com velocidade aproximada de 28 mil Km/h.
005 – Uma espécie de sapo, o Epibpedobates tricolor que vive no Equador e Peru, apresenta em sua pele a toxina epibatidina que é um analgésico 200 vezes mais forte que a morfina.
006 – No Parque Estadual do Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro (SP) há um jequitibá-rosa de cerca de três mil anos. Esta árvore conhecida, também, por Patriarca de Floresta, é um dos organismos vivos mais antigos da Terra, com 40 metros de altura, circunferência de 11 metros e 3,6 metros de diâmetro.
007 – Existem mais plantas medicinais nas florestas tropicais do que nas florestas boreais. O motivo é que elas precisam lutar mais contra os insetos e as bactérias, nas matas tropicais. Com isso, as plantas adquiriram armas químicas, que a partir de um tempo pra cá começaram a serem usadas na farmácia ocidental.
008 – Enquanto o Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil comemoram o Dia da Árvore em 21 de setembro, pois nessas áreas o período chuvoso tem início com a primavera, no Norte e Nordeste a data é festejada em março, coincidindo com a estação chuvosa. O Decreto 55.795 de 24 de fevereiro de 1965 é que determina a última semana de março como período para a realização da Festa Anual das Árvores.
009 – Há 2.000 anos, a população mundial correspondia a 3% da população atual, enquanto o volume de água permanece o mesmo até hoje.
010 – A maior ilha do mundo banhada ao mesmo tempo por mar e rio, localizada no delta do Amazonas, o Marajó é um santuário ecológico digno de ser preservado.
011 – Nos primeiros três anos de vida do cedro, as raízes crescem até um metro e meio de profundidade, enquanto a planta tem só 4 a 5 centímetros. Aos quatro anos o cedro começa a crescer – 20 centímetros a cada ano – e só aos 40 anos produz sementes.
012 – O baobá, árvore de origem africana, tem o tronco mais grosso do mundo, podendo chegar a medir 20 metros de circunferência e a viver até 6 mil anos de idade.
013 – O Pantanal é a maior área alagável das Américas. Seu cenário freqüentemente confundido com o do pântano se diferencia pelo ciclo de cheias e secas da região.
014 – A grande parte da biomassa animal é composta por invertebrados, isto é, o peso de todos os animais que não tem vértebras, é muito maior que a de todos os Vertebrados somados.
015 – Sakurajima radish é uma espécie de nabo Japonês, originário da Ilha de Sakurajima, que pode atingir os 30kg. (Visualização do nabo)
016 – Ginkgo biloba é a espécie viva de árvore mais antiga do planeta, chamada por Darwin de “fóssil vivente”.
017 – Chamaedorea angustisecta é uma palmeira dióica. Suas flores masculinas, muito perfumadas são colhidas e mantidas em vasos para perfumar o interior das casas.
018 – Durante muitos anos, o ácido fórmico, usado no tratamento de reumatismo e atrite, era extraído de espécies de formigas adultas do gênero Formica.
019 – Na floresta tropical, as formigas representam mais da metade da biomassa total dos artrópodes e superam todos os outros animais em número de indivíduos.
020 – Cerca de 1/5 de todas as espécies de aves são nectarívoras, ou seja, alimentam-se basicamente de néctar.
021 – A palmeira Raphia farinifera apresenta uma das maiores folhas do reino vegetal, que pode chegar a ter mais de 12 metros de comprimento.
022 – A erosão hídrica rouba o corpo do solo, o que constitui uma perda irreparável. O homem deve se conscientizar que cada um (1) centímetro de solo agricultável para ser formado consome, em média, 100 anos.
023 – As primeiras descrições sobre anéis de crescimento foram feitas por Leonardo da Vinci no século XV, ao verificar a relação entre os períodos de chuva e o crescimento das árvores. Clique aqui para saber mais sobre os trabalhos de Leonardo da Vinci.
024 – Jacareí em São Paulo é a primeira cidade a ganhar uma estação de tratamento de esgoto com recursos oriundos da cobrança pelo uso da água no rio Paraíba do Sul. É a estação de São Silvestre que tratará o esgoto de aproximadamente 9 mil moradores do distrito e tem como principal vantagem o lançamento do efluente tratado antes do ponto de captação.
025 – Homenagem ao escritor Guimarães Rosa, o Parque Nacional Grande Sertão Veredas foi criado em 12/04/1989. Essa Unidade de Conservação preserva parte do planalto denominado Chapadão Central, que divide as bacias dos Rios São Francisco e Tocantins.
026 – Os frutos da pindaíba (Duguetia lanceolata), árvore encontrada desde Mato Grosso até o Rio Grande do Sul, têm pouca polpa, por isso se diz que uma pessoa “está na pindaíba” quando se sustenta com recursos escassos.


Imagens da Fauna e Flora!


Hydrangea macrophylla


Cassia leptophylla


Araucaria angustifolia

Tiê-sangue (macho) – Ramphocelus bresilius – Mata Atlântica – Itaúnas – Espírito Santo 

– Brasil.


bugio
Macaco Bugio.


Fonte: Flora e Fauna
Imagens: Google Imagens


Aprenda a economizar água


Atitudes simples, como diminuir o tempo do banho ou fechar a torneira enquanto escova os dentes, ajudam a combater o desperdício.

Mude alguns hábitos e acabe com o gasto excessivo

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), no Brasil gasta-se quase o dobro da quantidade de água recomendada por dia: 200 litros por pessoa. Motivos não faltam para modificar esse quadro. O uso consciente de água ajuda a preservar o meio ambiente e faz bem ao bolso. Afinal, quem esbanja água gasta mais para pagar a conta no fim do mês.
Ronaldo Gonçalves, gestor do Programa de Uso Racional da Água (PURA), da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), afirma: “a população mostra alguns sinais de mudança de hábitos e consciência, já que a média de consumo mensal caiu entre 2000 e 2009”. No entanto, declara: “Apesar da boa notícia, ainda há muito que fazer para combater a má utilização”.
Uma maneira simples de poupar água é tomar banhos menos demorados. Um chuveiro aberto por 15 minutos gasta cerca de 140 litros. Se esse tempo for reduzido para 5 minutos e o registro for fechado enquanto você se ensaboa, cerca de 100 litros de água podem ser economizados.
O uso correto da torneira de cozinha também é importante. Procure mantê-la fechada quando for ensaboar as louças e evite deixá-la pingando. Com essa medida, é possível poupar até 120 litros de água.
Confira mais algumas dicas e reduza o consumo de água em sua casa:
  • Remova os restos de comida de pratos e panelas antes de lavá-los;
  • Deixe as louças muito sujas de molho;
  • Faça barba ou escove os dentes sempre com a torneira fechada;
  • Deixe as peças de roupa sujas se acumularem e lave tudo de uma vez, aproveitando a carga máxima da lavadora;
  • Use o regador no lugar da mangueira quando regar as plantas;
  • Mantenha a descarga do banheiro sempre regulada;
  • Não use a mangueira para “varrer” a calçada ou lavar o carro;
  • Mantenha a piscina coberta quando não estiver em uso;
  • Evite utilizar o vaso sanitário como cesta de lixo ou cinzeiro.
A reutilização da água também tem papel importante no combate ao desperdício. Você pode limpar o quintal ou a calçada com a água que foi usada para enxaguar a roupa, por exemplo.  Já a água de chuva pode ser utilizada na rega de plantas ou na limpeza de pisos.

Fique de olho nos vazamentos

Não é apenas o mau uso que provoca desperdício de água. Os vazamentos também fazem com que muitos litros sejam perdidos. É importante ficar atento a alguns sinais que denunciam o problema. Gonçalves diz: “O primeiro deles é uma conta com um valor inesperado. São comuns também mofo, limo nos cantos das paredes e sinais de umidade”.
Descubra como identificar um vazamento em sua residência:
  • Despeje uma colher de pó de café no vaso sanitário;
  • Feche a torneira da boia da caixa, até que não entre mais água;
  • Se o pó for cortado por filetes de água, é grande a possibilidade de haver um vazamento;
  • Feche o registro geral da casa;
  • Coloque um copo cheio de água no bico de uma torneira aberta;
  • Se houver redução na quantidade de água, há vazamento.
Ao detectar um vazamento, procure consertá-lo o mais rápido possível. Se notar o problema na rua, comunique a companhia de água de sua região imediatamente.

Como Economizar Energia Elétrica!

Todos os meses chega a nossa porta a fatura da energia elétrica. E os custos com essa taxa geralmente comprometem uma parcela significativa do nosso orçamento doméstico. Isso faz com que busquemos alternativas para controlar os gastos e reduzir o consumo de energia.

A seguir, valiosas dicas para moderar o consumo energético na sua casa e, por conseguinte, reduzir o valor da conta:

• Substitua todas as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes, que são muito mais eficientes e reduzem substancialmente o consumo energético, além de durarem por mais tempo;

• Ao fazer uso do condicionar de ar, certifique-se de que todas as portas e janelas estão devidamente fechadas. Se houverem frestas, providencie o seu vedamento. A fuga de ar frio faz com que o aparelho trabalhe mais e consuma uma maior quantidade de energia;

• Deixe o chuveiro  desligado sempre que possível. Eleve a temperatura da água apenas nos dias frios, pois ele é responsável por uma grande parcela do consumo mensal de energia de qualquer residência;

• Retire da tomada os carregadores de celulares e outros aparelhos assim que a carga estiver completa, pois há algum consumo de energia mesmo após concluído o carregamento e desconectado o aparelho;

• Faça manutenção nos condicionadores de ar com mais de um ano de uso. A limpeza do filtro, especialmente, pode reduzir a carga de trabalho do aparelho;

• Acumule muitas peças de roupa e utilize o ferro de passar de uma só vez, pois se tiver que ligar o ferro e aquecê-lo com frequência, o consumo de energia será exagerado;

• No momento em que for substituir qualquer eletrônico da sua casa, observe o selo que mostra o consumo de energia nos aparelhos que pretenda comprar. Dê preferência aos mais eficientes;

• Trocar a geladeira velha por uma nova mais eficiente pode resultar em uma grande economia mensal, pois esse eletrodoméstico responde por uma grande parcela do consumo energético da casa;

• Tire da tomada seus eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos sempre que for passar muito tempo sem utilizá-los, pois eles geralmente consomem energia mesmo no modo de espera.

Se você observar as dicas acima, certamente terá uma agradável surpresa ao constatar a redução do valor de sua próxima conta de energia elétrica.


Fonte: Tudo Box

O Que é ECOLOGIA?


A preservação do meio onde vivemos.
Ecologia (do grego “oikos”, que significa casa, e “logos”, estudo, reflexão), é o ramo da biologia que estuda as interações entre os seres vivos e o meio onde vivem, envolvendo a dependência da água, do solo e do ar. 


Dessa forma, as relações vão além do comportamento individual e a influência causada pelos fatores ambientais (temperatura, umidade, pressão). Mas se estendem à organização das espécies em populações, comunidades, formando um ecossistema e toda a biosfera. 

Entre as principais relações destacam-se: 


Relações Intraespecíficas harmônicas sociedade e colônia; 

Relações Intraespecíficas desarmônicas → canibalismo e competições Intraespecíficas. 

Relações interespecíficas harmônicas → mutualismo, protocooperação, inquilinismo e comensalismo; 

Relações interespecíficas desarmônicas → amensalismo, predatismo, parasitismo e competição interespecífica.


Fonte: Brasil Escola


Aquecimento Global

O aquecimento global é um problema ambiental que afeta o mundo todo, como já diz o nome esse problema aquece o planeta Terra, esse aquecimento tem um lado muito negativo para o meio ambiente e inclusive para os seres humanos. Um dos problemas que ocorrem com aquecimento global é o derretimento das calotas polares, a diminuição do gelo também acaba com o habitat natural de animais polares, além disso, o nível do mar aumenta, e esse aumento muda o ecossistema marinho e a água pode invadir em suas proximidades diversas ilhas. O resultado disso tudo é a mudança climática brusca como a Europa, por exemplo, tem sofrido ondas intensas de calor com o nível de temperatura que chega a 40°, isso causa um impacto gigantesco em todo o mundo, o ecossistema não pode ser afetado porque dependemos dele para a sobrevivência e quando ele sofre algum dado causa total desequilíbrio em todo o mundo, atingindo de forma geral a sociedade, fauna, flora e até a economia dos países.
É muito grande o número de desertos que vem surgindo a cada ano no mundo assim como tem ocorrido com freqüência ciclones fora de época que devastam diversas áreas urbanas. As conseqüências mais visíveis desta tragédia que está acontecendo e aumentando a cada dia é de fato o aumento dos níveis dos oceanos e isso causará o desaparecimento de muitas cidades litorâneas daqui um século, o aumento da temperatura faz com que o planeta inteiro se prejudique além de causar o desequilíbrio do ecossistema causando a morte de diversas espécies, aumenta o desmatamento (devido as queimadas causadas pelo tempo seco e quente), desaparecimento de florestas gerando mais problemas, fazendo com aumente as áreas desertas na Terra.
Os cientistas acreditam que o aquecimento global está ocorrendo há mais de 150 anos atrás devido principalmente ao efeito estufa causado pelo homem pelo aumento de poluentes antopogênicos causando buracos na camada de ozônio que é uma proteção contra os raios solares, uma vez que a proteção não age como deveria causa danos a Terra porque sem esta proteção o planeta simplesmente não existiria, não haveria vida.

Fonte: Blogers


Recursos naturais
Recursos naturais renováveis: materiais explorados pelo Homem que podem ser substituídos de tempos a tempos. Como fontes de energia renováveis temos a energia eólica, a energia solar, a energia das ondas do mar…
Recursos naturais não renováveis: materiais explorados pelo Homem que acabam se intensamente explorados e que para se renovarem é necessário muito tempo. São exemplos disso o carvão, o petróleo, o gás natural, muitos minerais e rochas… ha alguns recursos renováveis que se podem tornar não renováveis em consequência do crescimento da população e do mau uso que deles fazemos.



Poluição atmosférica


Ao longo dos séculos, a atmosfera tem sofrido grandes alterações, recebendo  grandes quantidades de dióxido de carbono, de dióxido de enxofre e de metano. Estes gases resultam não só da actividade industrial propriamente dita, como também das alterações nos tipos de combustíveis utilizados para os transportes e a produção de energia.
Fontes de poluição:
Fontes de poluição são as actividades que libertam para o meio ambiente materiais, substâncias prejudiciais aos seres vivos.
As principais fontes de poluição atmosférica são:
Existe também outros tipos de poluição como por exemplo, a poluição da água, poluição do solo, etc. contribuem para a poluição atmosférica.
As relações entre os diversos ecossistemas terrestres, são tão estreitas que a poluição de uns afecta igualmente todos os outros.
Assim, poluentes lançados sobre o solo são transportados pela água e pelo vento, chegando deste modo a atmosfera, percorrendo lagos, rios e oceanos.

Países emissores de gases do efeito estufa
1. Estados Unidos 45,8%
2. China 11,9 %
3. Indonésia 7,4%
4. Brasil 5,4 %
5. Rússia 4,8%
6. Índia 4,5%
7. Japão 3,1%
8. Alemanha 2,5 %
9. Malásia 2,1%
10. Canadá 1,8%



O que é desenvolvimento sustentável?
Desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações.
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objectivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.


Crescimento dos residuos urbanos
Nos últimos anos o crescimento populacional ocorreu de forma espantosa e desordenada, culminando em maior consumo e por consequência em maior volume de resíduos. O consumismo aliado aos produtos descartáveis aumentou sobremaneira o volume diário de lixo.
Em 2004 a população mundial atingiu 6.400 milhões e continua a crescer em 80 milhões por ano, estando o Brasil em quinto lugar entre os países mais populosos, atrás da Indonésia, Estados unidos, Índia e China.
O futuro dos recursos naturais
É necessário conhecer a dinâmica das populações das espécies que são exploradas, de modo a determinar a quantidade que é possível retirar que permita a rápida recuperação dessas populações.
Assim, é necessário calcular a taxa de natalidade e de mortalidade, o tempo de vida dos indivíduos e outros factores que condicionam a abundância destas populações. Obviamente, esta quantidade que permite a exploração sustentada deve ter em conta que os processos biológicos podem ser alterados ao longo do tempo e que o nosso conhecimento sobre estes é bastante limitado. Por outras palavras, devemos ser prudentes no estabelecimento dessa quantidade e monitorizar regularmente as populações exploradas. Por exemplo, a extinção da anchova do Perú nos anos 80 deveu-se principalmente a uma sobre-exploração da espécie, mas também aos efeitos não previstos do El Niño, que acelerou o processo de extinção. Do mesmo modo, é necessário conhecer a capacidade de assimilação da poluição, para que se estabeleçam limites adequados aos níveis de poluentes emitidos. http://www.naturlink.pt/images/1x1.gif
Em resumo, as condições para uma exploração sustentada de recursos renováveis comuns implica um conhecimento da dinâmica populacional das espécies a serem exploradas. Além disso, depende também da implementação de legislação e fiscalização que permitam a renovação destas espécies, mas sobretudo de uma consciência ambiental sobre a importância de uma correcta gestão de recursos. Deste modo, será possível uma exploração sustentada destes, bem como a conservação das espécies que os constituem.

Fonte: Nota Positiva

“Conclusão”
Precisamos Cada um Fazer a sua Parte,ajudando ao Meio Ambiente,você estará se ajudando.Você pode se perguntar,mas como estou Ajudando a mim mesmo?Se ajudando para que muitas e pessoas e até você mesmo não Morra por causa dessas Catastrofes que estão acontecendo Hoje em Dia.PRESERVE O MEIO AMBIENTE! Ajude a Mãe Natureza a Sobreviver a tantas Desgraças! 



“PRESERVE O MEIO AMBIENTE”


Quero Agradecer a todos que me acompanharam em todas as 20 Edições da Coluna “FOCO AMBIENTAL” que em todos essas Edições mostrou a você como é Bom Viver, como é Bom Respirar, Como é Preservar o Meio AmbienteEspero que todos tenham aprendido Bastante e Ensinado Bastante, me refiro a ter Divulgado as Matérias em Outras Redes Sociais para que as Pessoas Juntas formassem uma Corrente de Amor pela Vida, de Amor pela Natureza. Muito Obrigado pela Grande Audiência! No Próximo Ano tem mais, com a 2º Temporada da Coluna “FOCO AMBIENTAL” Aqui no Portal UHTV! Continuem aqui no UHTV!. Espero por vocês na Próxima TEMPORADA!

@pedrogabriel13p
@ultimahoratv


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Hoje acontece o Fim da 1º Temporada das Colunas a seguir:

Confiram algumas das Atrações:
Às 13:00 Trazendo muitas Imagens Engraçadas!



Às 14:00 trazendo muitos Filmes que são ou foram Sucesso de Bilheterias.


Às 15:00 trazendo muitas Frases Sábias, Famosas, Polêmicas e dentre outras.


Às 16:00 Trazendo muitas Dicas e ensinando a vocês como ajudar mais ainda a Preservar o Nosso Planeta.


Hoje às 17:00 tranzendo muito mais Humor para vocês!!!


Depois dessas Minhas Colunas ainda temos muitas Atrações aqui no Portal UHTV! por isso não Percam. Espero por vocês!! Até Lá!

@pedrogabriel13p
@ultimahoratv

Foco Ambiental –> PENÚLTIMA EDIÇÃO: Algumas Soluções para o Meio Ambiente!

Soluções para o meio ambiente

Enxofre: elemento que evita a incidência da radiação solar.

A maior preocupação dos ambientalistas é referente ao assustador aumento no índice de CO2 (gás carbônico) na atmosfera atual. Este gás é responsável pelo aquecimento global (efeito estufa). Apresentamos aqui a aplicação de elementos químicos como alternativa para diminuir as taxas de CO2

Enxofre (S) na estratosfera 
O gás dióxido de carbono (CO2) é um agravante do aquecimento solar. O CO2 absorve radiação infravermelha e a emite na superfície da Terra, esta então além de receber a energia proveniente do sol ainda recebe esta cota de energia extra. 

Esta proposta consiste em espalhar Enxofre na estratosfera e induzir à formação de dióxido de enxofre (SO2): este composto teria a capacidade de refletir os raios incidentes do sol, desviando seu curso e evitando que chegassem a Terra. Isso causaria uma diminuição significativa no aquecimento global. 

Se este método funcionasse, o dióxido de enxofre funcionaria como uma capa protetora da radiação nociva. 

Ferro (Fe) no fundo do mar 
As algas presentes no fundo dos oceanos são eficientes quando o assunto é absorver dióxido de carbono. Um aumento da população de plânctons (que são pequenas algas) seria interessante para a diminuição de CO2atmosférico, o que fazer então? 

Estudos mostram que mares com grande concentração de Ferro apresentam mais plânctons. A ideia de fertilizar os mares com Ferro é multiplicar esta população de algas para que se tornem verdadeiras faxineiras de nossa atmosfera. 

Através das alternativas propostas podemos perceber que os elementos Ferro e Enxofre são soluções para a melhoria do planeta, e diante de tantas ameaças ambientais, toda ideia é bem vinda.

Fonte: Mundo Educação

Poluição da Água
Poluição ambiental, poluição industrial, poluição das águas, poluição dos rios, contaminação da água, Aqüífero Guarani
.

foto de rio poluído

Foto de Rio Poluído : ameaça ao meio ambiente.


A água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates no mundo todo. O uso irracional e a poluição de fontes importantes (rios e lagos), podem ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência seja tomada.

Falta de água 

Este milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a falta de água. Um estudo recente da revista Science (julho de 2000) mostrou que aproximadamente 2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de água no mundo. Em breve poderá faltar água para irrigação em diversos países, principalmente nos mais pobres. Os continentes mais atingidos pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente Médio. Entre os anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca de duas vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas. Infelizmente, apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce, sendo que apenas 0,08% está em regiões acessíveis ao ser humano.

Causas da poluição das águas do planeta 

As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle.
Em função destes problemas, os governos preocupados, tem incentivado a exploração de aqüíferos (grandes reservas de água doce subterrâneas). Na América do Sul, temos o Aqüífero Guarani, um dos maiores do mundo e ainda pouco utilizado.Grande parte das águas deste aqüífero situa-se em subsolo brasileiro.

Problemas gerados pela poluição das águas

Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias.Um milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose, hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.

Soluções 

Com o objetivo de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos da Terra, foi realizado no Japão, em março de 2003, o III Fórum Mundial de Água. Políticos, estudiosos e autoridades do mundo todo aprovaram medidas e mecanismos de preservação dos recursos hídricos. Estes documentos reafirmam que a água doce é extremamente importante para a vida e saúde das pessoas e defende que, para que ela não falte no século XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de riscos, a valorização da água, a divisão dos recursos hídricos e a eficiente administração dos recursos hídricos.
Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no cotidiano todos podem colaborar para que a água doce não falte. A economia e o uso racional da água deve estar presente nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer drásticas conseqüências num futuro pouco distante.

Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais.

Fonte: Sua Pesquisa

Muito Obrigado pela sua Companhia, essa é a PENÚLTIMA EDIÇÃO DA 1º TEMPORADA da Coluna “FOCO AMBIENTAL“, Não Percam a ÚLTIMA EDIÇÃO no próximo Domingo ás 16:00 da Tarde! Continuem aqui no Portal UHTV!

@pedrogabriel13p
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Foco Ambiental –> Aprenda sobre a Flores Fedorentas!



Plantas Fedorentas


Nem todas as flores do mundo têm cheiro bom. A raflésia (Rafflesia arnoldi), por exemplo, além de ter esse nome esquisito, é uma flor que solta cheiro de carniça!
Ela exala um cheiro de carne podre para atrair insetos, como besouros e moscas. Esses insetos polinizam a flor, isto é, levam o pólen de uma raflésia para outra, garantindo sua reprodução. 

A raflésia é uma planta que dá uma flor grandona, de cerca de um metro de diâmetro. Ela cresce principalmente na Malásia e na ilha de Java, na Indonésia, que ficam entre os oceanos Índico e Pacífico.


Uma outra flor da Indonésia também cheira mal como a raflésia. A flor de cadáver (Amorphophallus titanum) é gigante e tem cheiro de carne podre. A flor de cadáver fica com quase 2 metros de altura e nasce na ilha de Sumatra. Essas plantas fedorentas estão ameaçadas de extinção pois sua reprodução é super difícil.


Fonte: Canal Kids


A Chuva Ácida!

A queima de carvão e de combustíveis fósseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob a forma de vapor de água. O resultado são as chuvas ácidas. As águas da chuva, assim como a geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.

        O gás carbônico (CO2) expelido pela nossa respiração é consumido, em parte, pelos vegetais, plâncton e fitoplâncton e o restante permanece na atmosfera. 
        Hoje em dia, a concentração de COno ar atmosférico tem se tornado cada vez maior, devido ao grande aumento da queima de combustíveis contendo carbono na sua constituição. A queima do carbono pode ser representada pela equação:

                                                                C + O2   —>  CO2
      Tanto o gás carbônico como outros óxidos ácidos, por exemplo, SOe NOx, são encontrados na atmosfera e as suas quantidades crescentes são um fator de preocupação para os seres humanos, pois causam, entre outras coisas, as chuvas ácidas.
        O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a preciptação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas têm se tornado cada vez mais sérios.
         Um dos problemas das chuvas ácidas é o fato destas poderem ser transportadas através de grandes distâncias, podendo vir a cair em locais onde não há queima de combustíveis.

Fonte: Programa Educar 



Agradeço muito pela sua Companhia, e espero que tenham aprendido e gostado muito da Edição de Hoje! No próximo Domingo a Coluna “FOCO AMBIENTAL” estará de volta. Continuem aqui no Portal UHTV!


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Foco Ambiental –> Aprenda mais sobre o que é uma Planta Carnívora!



As Plantas Canívoras

Pode ficar tranquilo, que elas não comem gente. E, apesar do nome, também não comem carne! As plantas carnívoras gostam mesmo é de um bom inseto, seja ele uma mosca apetitosa, um gafanhoto gostoso, um delicioso besouro ou uma borboleta docinha. Existe uma única exceção: a Nepenthes rajah, que vive em Bornéu, na Indonésia, continente asiático. Essa pode ser considerada uma verdadeira planta carnívora: devora passarinhos, lagartos e até pequenos sapos!
Algumas das plantas carnívoras têm uma arma super poderosa na caça aos insetos: o perfume do seu néctar. Quando um inseto é atraído pelo perfume e se aproxima, a danada da flor aprisiona o coitadinho com gotas de uma substância gosmenta. Argh!
Outras espécies de plantas carnívoras atraem insetos pelo brilho dessas substâncias . Há ainda aquelas mais ousadas, que fecham suas pétalas com grande rapidez, engolindo os pequenos bichos como se fechassem uma bocona. 


As plantas carnívoras então envolvem o animal com substâncias digestivas, produzidas por uma glândula especial que só elas possuem. No processo de digestão, elas retiram de suas vítimas os elementos de nutrição que não encontram no solo, de onde as raízes normalmente tiram o sustento dos vegetais.
Os cientistas acreditam que as plantas carnívoras sejam espécies muito antigas, de até 65 milhões de anos. Hoje elas correm o risco de desaparecer. A dificuldade de capturar insetos em certos ambientes pode levá-las à extinção.

Fonte: Canal Kids

O que é um iceberg?


O iceberg é um bloco de gelo gigantesco que pode medir quilômetros: o que a gente vê na superfície não é tudo, a maior parte do iceberg fica dentro da água!
Por incrível que pareça, o gigante de gelo não é salgado… Formado por água doce, ele fica congelado em geleiras e quando se solta, navega pelo mar gelado sem destino.
A Antártica e a Groenlândia são os principais pontos onde se formam icebergs.
Bom, agora que você já está por dentro sobre o básico desses “monstros de gelo”, que tal saber algumas curiosidades?

Curiosidades geladas

Existem 4 imagens nessa composição: o céu, o fundo, o topo do iceberg (fotografado na Antártica) e a parte inferior do iceberg (fotografado acima do nível do mar no Alasca e virado na composição final).

– Os icebergs habitam este planeta há mais de dez mil anos!
– Um iceberg médio é pesado pra chuchu: tem cerca de 20 milhões de toneladas!
– O maior iceberg que já encontraram flutuando por aí era maior que a Bélgica: tinha 335 quilômetros de comprimento e 97 quilômetros de largura. Ele foi encontrado no Oceano Pacífico pelo navio norte-americano Glacier em dezembro de 1956.

Que tal beber água de iceberg?

Dá para acreditar que tem gente que paga caro para beber água de iceberg? Pedaços do gigante gelado são derretidos e engarrafados com o nome de Borealis.
A propaganda chama a tal água de “a mais pura das puras” para provocar os fabricantes de uma água francesa muito famosa. Enquanto a concorrente percorre um caminho de dez anos entre rochas vulcânicas que, além de purificá-la, ainda a enriquecem com minerais, os pedaços de iceberg mais jovens possuem cerca de dez mil anos! Isso quer dizer que, bem antes do planeta começar a sofrer os efeitos da poluição, os icebergs já existiam.
Mas como competição é competição, os franceses já arregaçaram as mangas para atacar a Borealis! Eles disseram que a água pode conter xixi de animais polares! Credo!

Esta tirinha foi gentilmente cedida pelo Prof. Francisco Caruso e faz parte da coleção “Tirinhas de Física”, volume 4, que ele produziu junto com Luiza Daou. Muitas outras tirinhas podem ser vistas na página da Oficina EDUHQ.

Fontes: Canal Kids
Instituto de Bioquimica Médica UFRJ


Obrigado pela sua Companhia! Espero que tenham aprendido mais ainda, pois essa Assunto creio que muitos de vocês já tenham aprendido a muito Tempo, ok? Por Hoje é só, mas no próximo Domingo estarei novamente com vocês, para Trazer Muitas Novas Matérias, aqui no “FOCO AMBIENTAL“. Continuem aqui no Portal UHTV!

A SEGUIR:Espaço do Riso

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Foco Ambiental –> Aprenda mais sobre o Rio São Francisco e Energia Solar!

Rio São Francisco

Nascente, dados, extensão, importância econômica, transposição, afluentes, bacia hidrográfica, foto.

foto do rio São francisco 
Rio São Francisco: o rio da integridade nacional
Localização e informações geográficas
O rio São Francisco, popularmente conhecido por “Velho Chico”, nasce na Serra da Canastra (Minas Gerais). Possui uma extensão de 2800 quilômetros e atravessa os estados de Minas Gerais, Bahia,Pernambuco, Sergipe e Alagoas. 

O rio São Francisco desemboca no Oceano Atlântico e possui vários rios afluentes em sua bacia hidrográfica: Abaeté, das Velhas, Paraopeba, Jequitaí, Paracatu, Verde Grande, Urucuia, Carinhanha, Corrente e Grande.

O São Francisco possui uma grande importância econômica na região por onde passa, pois, é usado para navegação (em alguns trechos), irrigação de plantações e pesca. Em função desta importância, existe um projeto do governo federal que pretende fazer a transposição do rio para que as águas possam atingir regiões que sofrem com a seca nordestina.

O rio São Francisco também é uma importante via de transporte de mercadorias na região. Os principais produtos transportados, em embarcações especiais, são: sal, arroz, soja, açúcar, cimento, areia, manufaturados, madeira e alguns minérios. Há também o transporte de turistas, pois o passeio pelo rio é muito procurado.

Curiosidade:


O rio São Francisco também é conhecido como rio da integração nacional.

Fonte: Sua Pesquisa



O Que é Energia Solar?


ENERGIA LIMPA

O homem o único animal do planeta que causa poluição e danos ao meio ambiente. Isso acontece, em parte, porque a vida na sociedade de hoje utiliza em grandes quantidades fontes de energia poluentes, como os combustíveis fósseis (petróleo, gasolina, diesel), ou que causam transformações ambientais que prejudicam a natureza, como as usinas hidrelétricas.
Nas usinas, a força das águas represadas dos rios é utilizada para a produção de energia elétrica , que move praticamente tudo o que você vê à sua volta. Essas usinas s‹o a principal maneira de se obter energia.
O único problema é que para construir represas e usinas é preciso alagar uma área enorme e muitas vezes mexer no caminho que o rio faz. Essa alteração do meio ambiente atrapalha a vida dos bichos e das plantas da região, além de mudar radicalmente a paisagem, muitas vezes destruindo belezas naturais. Também saem prejudicadas as pessoas que moram por perto e têm que se mudar por causa da inundação.

Um das maneiras de dar uma mãozinha para a natureza é usar formas alternativas de energia, as chamadas energias limpas.

A energia solar e a energia éolica (do vento) podem ser transformadas em energia elétrica! Além de serem fontes praticamente inesgotáveis, elas não deixam resíduos no meio ambiente. As energias limpas estão sendo cada vez mais utilizadas para construir um futuro diferente para o nosso planeta.

Sabia que em apenas uma hora o Sol despeja sobre a Terra uma quantidade de energia maior que o consumo do mundo em um ano inteiro?

O ASTRO-REI DA ENERGIA




Sabia que em apenas uma hora o Sol despeja sobre a Terra uma quantidade de energia maior que o consumo do mundo em um ano inteiro? Por que não aproveitar esse mundão de energia? Foi o que os cientistas pensaram, ainda mais levando em conta que o petróleo um dia vai acabar: usar o Sol para conseguir energia elétrica e fazer funcionar os eletrodomésticos, a TV, os carros e até os satélites. Isso mesmo: os satélites, que transmitem informações para a Terra e são os grandes responsáveis pelas telecomunicações, são abastecidos pelo Sol através de imensas placas solares!

Mas você pode estar pensando: é, mas o Sol também vai acabar… Não tem jeito: um dia o Sol vai morrer, como acontece com todas as estrelas. Mas, calma. Ainda vai demorar 7,5 bilhões de anos! Até lá podemos usar e abusar do astro-rei.

A energia solar tem muitas vantagens: não agride a natureza, pois não polui nem faz barulho, os raios de Sol são de graça e os equipamentos duram muitos anos. A energia solar pode ser a melhor alternativa para evitar as inundações causadas pelas usinas hidrelétricas e a poluição provocada pelo petróleo. Mas enquanto a energia solar não está a toda, o melhor a fazer é mesmo economizar o máximo de energia que pudermos!

Por Hoje é só… Aguardo vocês novemente no Próximo Domingo aqui no Portal UHTV!. Lembrem-se, ainda Hoje temos mais Colunas Super Divertidas!
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Foco Ambiental –> O que é o Efeito Estufa? Aprenda Agora!

Efeito Estufa


Efeito estufa provoca o aquecimento do planeta.
Do total de raios solares que atingem o planeta, quase 50% ficam retidos na atmosfera, o restante que alcança a superfície terrestre aquece e irradia calor, esse processo é chamado de efeito estufa. 

Apesar de o efeito estufa ser figurado como algo ruim, esse processo é um evento natural que favorece a proliferação da vida no planeta Terra. O efeito estufa tem como finalidade impedir que a Terra esfrie demais, caso a Terra tivesse a temperatura muito baixa certamente não teríamos tantas variedades de vida. Contudo, recentemente uma série de estudos realizados por pesquisadores e cientistas, principalmente no século XX, têm indicado que as ações antrópicas (ações do homem) têm agravado esse processo por meio de emissão de gases na atmosfera, especialmente o CO2. 

O dióxido de carbono (CO2) é produzido a partir da queima de combustíveis fósseis usados em veículos automotores movidos à gasolina e óleo diesel. Esse não é o único agente que contribui para emissão de gases, existem outros como as queimadas em florestas, pastagens e lavouras após a colheita. 

Com o intenso crescimento da emissão de gases e também de poeira que vão para a atmosfera, certamente a temperatura do ar terá um aumento de aproximadamente 2ºC em médio prazo. Caso não haja um retrocesso na emissão de gases, esse fenômeno ocasionará uma infinidade de modificações no espaço natural e, automaticamente, na vida do homem. Dentre muitas as principais são: 

• Mudanças climáticas drásticas, onde lugares de temperaturas extremamente frias sofrem elevações e áreas úmidas enfrentam períodos de estiagem. Além disso, o fenômeno pode levar áreas cultiváveis e férteis a entrar em um processo de desertificação.
• Aumento significativo na incidência de grandes tempestades, furacões ou tufões e tornados.
• Perda de espécies da fauna e flora em distintos domínios naturais do planeta.
• Contribuir para o derretimento das calotas de gelo localizadas nos polos e, consequentemente, provocar uma elevação global nos níveis dos oceanos. 

O tema “efeito estufa” é bem difundido nos mais variados meios de comunicação de massa do mundo, além de revistas científicas e livros, no entanto a explicação é razoavelmente simples. Em razão de os gases se acumularem na atmosfera, a irradiação de calor da superfície fica retida na atmosfera e o calor não é lançado para o espaço, dessa forma, essa retenção provoca o efeito estufa artificial. Abaixo um esboço de como ocorre o efeito estufa natural e artificial ou provocado pelo homem.


Efeito estufa natural favorável à vida na Terra.

Obrigado pela sua Audiência, espero que tenham aprendido mais ainda. Espero por vocês no próximo Domingo. Continuem aqui no Portal UHTV!


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Foco Ambiental –> O papel das florestas na vazão dos rios!

O papel das florestas na vazão dos rios

A relação floresta/infiltração reduz as enxurradas nos períodos chuvosos
A relação floresta/infiltração reduz as enxurradas nos períodos chuvosos

Geralmente, no período chuvoso, as pessoas ficam temerosas com inundações provocadas pela grande vazão dos rios. Já durante a estiagem, a preocupação é com a escassez de água, que reduz a disponibilidade de captação para abastecimento doméstico, industrial e irrigação. Nessas ocasiões costuma-se lembrar da importância das florestas e dos riscos gerados pelo desmatamento.


Embora a principal responsável pela presença ou ausência de água nos rios seja a própria chuva, pela sua precipitação ou não, as florestas desempenham importante papel no regime de vazão, tanto nos pequenos riachos, quanto nos grandes rios.

Isto se deve a vários fatores, mas, principalmente, a dois: infiltração e escoamento superficial da água. A formação arbórea recebe a água das chuvas e facilita a sua infiltração no solo, que a armazena no lençol freático, para depois liberá-la lentamente nas nascentes e margens dos cursos de água. Sem a floresta, a água cai direto no solo e escoa pela superfície, em enxurrada, arrastando terra e provocando enchentes.

Esta é a regra, embora não possa se aplicar inteiramente em eventos climáticos extremos, como de chuvas intensas por vários dias ou secas prolongadas.

Assim, a relação floresta/infiltração reduz as enxurradas nos períodos chuvosos e possibilita disponibilidade hídrica durante as estiagens. Já a relação desmatamento/escoamento superficial provoca, respectivamente, picos de cheias e falta de água. Em outras palavras, a floresta é uma regularizadora do regime de vazões, amortecendo os picos para cima e para baixo, e em conseqüência, reduzindo os riscos de inundação e de escassez de água.

Um estudo hidrológico realizado de junho a outubro de 2010, na bacia hidrográfica do rio Natuba, afluente do rio Tapacurá, comparou a vazão de três riachos (convertida em vazão específica, correspondente a litros/segundo/Km2) sob o mesmo regime de chuvas, cujas microbacias de drenagem apresentam distintos usos de solo.

Durante as chuvas, a vazão do riacho que possui a sua área de drenagem usada integralmente para agricultura de ciclo curto e pasto, foi até sete vezes superior a do riacho cuja microbacia é coberta por floresta nativa. Intermediariamente se comportou a microbacia de uso misto, com capoeiras em regeneração e agricultura.

Por outro lado, quando da suspensão das chuvas, a vazão do riacho com cobertura florestal manteve-se sempre superior à do riacho com agricultura, atenuando assim os picos de baixa vazão. 

Isto significa que a floresta e o seu solo funcionaram como uma esponja, retendo a água durante os picos de precipitação, para liberá-la em seguida, cumprindo um importante papel de regularização de vazões.

O trabalho de pesquisa, orientado por mim, foi desenvolvido por Felipe Alcântara para a conclusão do Mestrado em Engenharia Civil, na área de Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos da UFPE. 

Esta reflexão é particularmente oportuna quando se têm em pauta as alterações no Código Florestal, sendo importante garantir as áreas de recarga de aqüíferos e de proteção das margens de cursos de água e nascentes, com a presença de formações florestais.



Fonte: NE10


Obrigado pela sua Audiência,até próximo Domingo ás 16:00 da Tarde,aqui no UHTV!.
Continuem aqui Curtindo as Colunas do UHTV!,ainda hoje tem Ótimas Colunas para vocês!

Foco Ambiental –> Aprenda mais Sobre as Usinas Eólicas.



Energia eólica


energia eólica é a energia que provém do vento. O termo eólico vem do latim aeolicus, pertencente ou relativo a Éolo, deus dos ventos na mitologia grega e, portanto, pertencente ou relativo ao vento.

Conversão em energia mecânica


A energia eólica tem sido aproveitada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás. Nos moinhos de vento a energia eólica era transformada em energia mecânica, utilizada na moagem de grãos ou para bombear água. Os moinhos foram usados para fabricação de farinhas e ainda para drenagem de canais, sobretudo nos Países Baixos.

Conversão em energia elétrica
Na atualidade utiliza-se a energia eólica para mover aerogeradores – grandes turbinas colocadas em lugares de muito vento. Essas turbinas têm a forma de um catavento ou um moinho. Esse movimento, através de um gerador, produz energia elétrica. Precisam agrupar-se em parques eólicos, concentrações de aerogeradores, necessários para que a produção de energia se torne rentável, mas podem ser usados isoladamente, para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão. É possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se trata de requisitos limitados de energia elétrica.
A energia eólica pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota, limpa, amplamente distribuída globalmente e, se utilizada para substituir fontes de combustíveis fósseis, auxilia na redução do efeito estufa. Em países como o Brasil, que possuem uma grande malha hidrográfica, a energia eólica pode se tornar importante no futuro, porque ela não consome água, que é um bem cada vez mais escasso e que também vai ficar cada vez mais controlado. Em países com uma malha hidrográfica pequena, a energia eólica passa a ter um papel fundamental já nos dias atuais, como talvez a única energia limpa e eficaz nesses locais. Além da questão ambiental, as turbinas eólicas possuem a vantagem de poderem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados, não sendo necessário a implementação de linhas de transmissão para alimentar certas regiões (que possuam aerogeradores).
Em 2009 a capacidade mundial de geração de energia elétrica através da energia eólica foi de aproximadamente 158 gigawatts (GW), o suficiente para abastecer as necessidades básicas de dois países como o Brasil(o Brasil gastou em média 70 gigawatts em janeiro de 2010). Para se ter uma idéia da magnitude da expansão desse tipo de energia no mundo, em 2008 a capacidade mundial foi de cerca de 120 GW e, em 2007, 59 GW.


A capacidade de geração de energia eólica no Brasil foi de 606 megawatts (MW) em 2009, onde houve um aumento de 77,7% em relação ao ano anterior. A capacidade instalada em 2008 era de 341 MW. O Brasil responde por cerca da metade da capacidade instalada na América Latina, mas representa apenas 0,38% do total mundial.
Os EUA lideram o ranking dos países que mais produzem energia através de fonte eólica. O total instalada nesse país ultrapassa os 35 GW. Atrás deles vem a Alemanha, com cerca de 26 GW instaladas, e a China, com 25 GW.
Em alguns países, a energia elétrica gerada a partir do vento representa significativa parcela da demanda. Na Dinamarca esta representa 23% da produção, 6% na Alemanha e cerca de 8% em Portugal e na Espanha (dados de setembro de 2007). Globalmente, a energia eólica não ultrapassa o 1% do total gerado por todas as fontes.
O custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos anos. Em 2005 o custo da energia eólica era cerca de um quinto do que custava no final dos anos 1990, e essa queda de custos deve continuar com a ascensão da tecnologia de produção de grandes aerogeradores. No ano de 2003 a energia eólica foi a forma de energia que mais cresceu nos Estados Unidos.
A maioria das formas de geração de eletricidade requerem altíssimos investimentos de capital e baixos custos de manutenção. Isto é particularmente verdade para o caso da energia eólica, onde os custos com a construção de cada aerogerador podem alcançar milhões de reais, os custos com manutenção são baixos e o custo com combustível é zero. Na composição do cálculo de investimento e custo nesta forma de energia levam-se em conta diversos fatores, como a produção anual estimada, as taxas de juros, os custos de construção, de manutenção, de localização e os riscos de queda dos geradores. Sendo assim, os cálculos sobre o real custo de produção da energia eólica diferem muito, de acordo com a localização de cada usina.
Apesar da grandiosidade dos modernos moinhos de vento, a tecnologia utilizada continua a mesma de há 1000 anos, tudo indicando que brevemente será suplantada por outras tecnologias de maior eficiência, como é o caso da turbovela, uma voluta vertical apropriada para capturar vento a baixa pressão ao passar nos rotores axiais protegidos internamente. Esse tipo não oferece riscos de colisões das pás com objetos voadores (animais silvestres) e não interfere na áudiovisão. Essa tecnologia já é uma realidade que tanto pode ser introduzida no meio ambiente marinho como no terrestre.

2 Imagens de Usinas Eólicas!




Obrigado pela Audiência, espero você acompanhando novamente a Coluna “FOCO AMBIENTAL” no próximo Domingo às 16:00, aqui no Portal UHTV!


@pedrogabriel13p

Foco Ambiental –> Aprenda mais Sobre o que São as Placas Tectônicas.

Placas Tectônicas

O conceito das Placas Tectônicas é relativamente recente, e revolucionou a Ciência do século 20. Este conceito propõe que todos os terremotos, atividade vulcânica, e processos de construção de montanha são causados pelo movimento de blocos rígidos chamado placas que compõem a capa da superfície da Terra, ou litosfera (lithosphere).
Em 1912, Alfred Wegner colocou sua teoria que a crosta terrestre era segmenta em doze grandes zonas que denominou de placas tectônicas, que estão em contínua modificação, e que os continentes se haviam formado a partir de um único continente chamado Pangea.
Os movimentos de deriva foi o que deu lugar a formação dos atuais continentes que se formaram a partir do Pangea.
Pela Teoria das Placas Tectônicas, a superfície da Terra está composta de uma dúzia de 
grandes placas e outras várias de menor tamanho.

Encontro de duas placas tectônicas
O encontro de duas placas tectônicas

Várias razões levaram a formação do conceito das placas tectônicas e da deriva dos continentes:

• No alargamento dos mares, quando o magma esfria e se solidifica no solo submarino, os minerais magnéticos do material novo se solidificam de acordo com a polaridade do campo magnético da Terra na ocasião de seu resfriamento.

• Quando o campo magnético da Terra reverte sua polaridade, o novo magma se solidifica adquirindo a polaridade inversa.

• Assim a crosta oceânica possui o registro da própria formação, com a primeira mudança de polaridade registrada próximo ao limite entre as placas, onde a lava atinge a superfície e as mais antigas, próximas dos margens continentais, formadas quando o oceano era jovem em torno de 180 a 200 milhões de anos.

• Isso demonstra que os continentes devem ter se movido em direções opostas abrindo espaço para o oceano desde a Era Jurássica.

• Outra confirmação do conceito veio do estudo da distribuição de estruturas geológicas que passam de um continente para outro.

• Geologistas da Universidade de Cambridge usaram o computador para colocar todos os continentes e ilhas da Terra juntos como num quebra-cabeças, considerando contornos submarinos. O resultado foi impressionante, apresentando muito poucos buracos e sobreposições.

• Comparando a estrutura e composição das rochas e solo dos continentes que o modelo indica terem sido um só, confirmando que o modelo é bem próximo ao correto.
• Finalmente o estudo da fauna marinha e flora das diferentes áreas durante os anos também apresenta provas do movimento dos continentes.


Os modelos de Interação entre as Placas Tectônicas são quatro:

Subducção – ocorre onde duas placas de espessura semelhante entram em contato entre si.

Deslizamento – se produz quando duas placas oceânicas entram em contato, ou também uma placa continental e uma oceânica.

Extrusão – este fenômeno ocorre quando se juntam duas delgadas placas tectônicas que deslizam em direções opostas, como é o caso do contacto de duas placas do fundo oceânico.

Acrecencia – acontecem quando há um leve impacto entre uma placa oceânica e uma continental.
McAlester associa os movimentos das placas com a energia calorífica concentrada abaixo da litosfera.
Rikitake indica que o esquema general de desarranjo das placas, está relacionado com os movimentos de convecção das camadas inferiores, as quais estão em estado viscoso devido ao calor.
Nas zonas de extrusão aparece uma ”nova crosta”, enquanto nas zonas de subducção as placas que penetram por baixo se fundem, por efeito do calor liberado na interação entre as placas baixas sob condições de elevada pressão, dando lugar ao magma. O que explicaria a freqüência de vulcões ativos situados nestas zonas de subducção.


Os limites entre as placas são de três tipos:


• Onde elas se afastam, no meio do oceano, nova crosta se forma com o material expelido do interior da Terra;

• Onde uma placa avança para baixo de outra, parte da placa é consumida pela alta temperatura das camadas inferiores;

• Onde as placas se movem em direções opostas, causando falhas.
Acredita-se que os atuais oceanos da Terra foram formados pela geração de nova crosta entre placas que se afastaram; e que a convergência de placas deu origem a cadeias de montanhas.


Os oceanos da Terra encontram-se em diferentes estágios de formação:

• O Oceano Pacífico é antigo e já está diminuindo em ambos os lados, o que poderá resultar na colisão da Ásia com as Américas.

• O Oceano Índico está crescendo no oeste e diminuindo no leste.

• O Atlântico encontra-se ainda em expansão em ambos os lados.

• O Mar Vermelho é o embrião de um futuro oceano.

Os Alpes originaram-se da colisão da placa da África com a da Europa. Há restos de crosta oceânica ali, indicando que havia um oceano onde agora há uma cadeia de montanhas. O mesmo acontece na região dos Himalaias, causado pela colisão das placas da Índia e da Ásia.
Os terremotos ocorrem com bastante freqüência nos limites das placas tectônicas. Áreas como o lado oeste da América do Sul estão sobre área de compressão de placas. O lado oeste da África, por exemplo, está sobre o centro de uma placa e os movimentos tectônicos não se manifestam.

Fonte: Cola da Web



Mergulhador fotografa divisão entre placas tectônicas na Islândia

O britânico Alexander Mustard documentou um mergulho entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia, que se afastam a cada ano.

Fonte: BBC – http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/not … andia.html

O fotógrafo britânico Alexander Mustard registrou o mergulho que ele e outros colegas fizeram na fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.

A aventura para conhecer a “fronteira” entre as duas placas ocorreu no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia. A paisagem submersa do parque é cheia de vales, falhas e fontes de lava, formados pelo afastamento gradual entre as duas placas, que se distanciam cerca de 2,5 centímetros uma da outra a cada ano.

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Fotos foram tiradas nas imediações do Parque Nacional Thingvellir. (Foto: Alexander Mustard / Solent )

Os mergulhadores que participaram da expedição desceram cerca de 24 metros na fenda entre as placas, mas chegaram a até 60 metros de profundidade em cânions como o Silfra e o Nikulasargia.

Mustard, de 36 anos, diz que as imagens mostram ‘o mundo submarino único da Islândia, que, assim como a ilha, é formado por paisagens vulcânicas’.

A lava e o vapor quente na interseção entre as placas criou também a chaminé hidrotermal Arnarnes Strytur, visitada pelos mergulhadores. A água é expulsa da chaminé 80°C e forma uma coluna turva ao entrar em contato com a água do mar, que está a 4°C.

Alexander Mustard é especializado em imagens submarinas. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o registro fotográfico de destroços de navio no fundo do mar ao redor do mundo.

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Mergulhadores chegaram a atingir até 60 metros de profundidade. (Foto: Alexander Mustard / Solent)

Placas tectônicas
A noção de placas tectônicas foi desenvolvida nos anos 1960 para explicar as localizações dos vulcões e outros eventos geológicos de grande escala.

De acordo com a teoria, a superfície da Terra é feita de uma “colcha de retalhos” de enormes placas rígidas, com espessura de 80 km, que flutuam devagar por cima do manto, uma região com magma nas profundezas da terra.

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Fenda entre duas placas tectônicas foi estudada. (Foto: Alexander Mustard / Solent)

As placas mudam de tamanho e posição ao longo do tempo, movendo entre um e dez centímetros por ano – velocidade equivalente ao crescimento das unhas humanas.

O fundo do oceano está sendo constantemente modificado, com a criação de novas crostas feitas da lava expelida das profundezas da Terra e que se solidifica no contato com a água fria. Assim, as placas tectônicas se movem, gerando intensa atividade geológica em suas extremidades.

As atividades nestas zonas de divisa entre placas tectônicas são as mesmas que dão origem aos terremotos de grande magnitude.

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Alexander Mustard é especializado em fotografia no fundo do mar. (Foto: Alexander Mustard / Solent
)


Fonte: Mochileiros


Esperam que tenham Gostado e Aprendido mais ainda. Por Hoje é só… Obrigado pela Audiência e até o próximo Domingo!!! Continuem aqui no Portal UHTV!


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