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Reflexão: Baleia ou Sereia?

Ontem vi um outdoor da Runner, com a foto de uma moça de biquíni e a frase:
“Neste verão, qual você quer ser? Sereia ou Baleia?”

Respondo:

Baleias sempre estão cercadas de amigos.
Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos.
Baleias amamentam. Baleias nadam por aí, singrando os mares e conhecendo lugares legais como as
banquisas de gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia.
Baleias têm amigos golfinhos. Baleias comem camarão à beça.
Baleias esguicham água e brincam muito. Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados.
Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais. Baleias são lindas e amadas.

Sereias não existem.
Se existissem viveriam em crise existencial:
“Sou um peixe ou um ser humano?”

Runner, querida, prefiro ser baleia
!

Eu não confio em você

 
O que fizemos para chegar no ponto atual? Após décadas de traições conjugais, puxadas de tapete profissionais, falsificações com status de perfeitamente normais, vidas duplas descaradamente vividas em todas as classes sociais, enfim, após uma passiva aceitação da farra total na ética e nos valores com os quais grandes histórias foram escritas, confiança virou relíquia, artigo em extinção na alma social.
 
Todo mundo desconfia de tudo e de todos. Confiança só com papel assinado. Muitos já declaram sem o menor constrangimento: Não confio nem em meu pai. Não abro porta para estranhos. Só dou caixinha para o cara que pediu para olhar meu carro para que ele mesmo não venha a riscá-lo. Esta é uma das muitas graves conseqüências da modernidade e da impessoalidade das novas relações: não confio em ninguém e tenho medo de tudo.
Esta semana, num voo doméstico que partiu da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, aconteceu um fato inusitado, que explica claramente nossas desconfianças e nossos medos. O piloto do avião foi ao banheiro, deu defeito na fechadura da porta do mesmo e, em pleno voo o piloto ficou trancado, causando pânico em todos. Um dos passageiros quis avisar o co-piloto. Ao bater e gritar na porta da cabine, o co-piloto simplesmente não acreditou e imediatamente começou a falar o seguinte com a Torre de Controle: O piloto desapareceu e há uma pessoa com forte sotaque tentando entrar na cabine do piloto. Não estou pronto para deixá-lo entrar.
 
Consegue imaginar o pânico? Dentro do banheiro o piloto gritava e forçava para tentar arrombar a porta, em vão. Fora do banheiro, nervosismo e gritaria. Um passageiro gritava para o co-piloto abrir a cabine e vir ajudar. Tudo por causa do defeito de uma mísera fechadura! Resumindo: a Torre de Controle autorizou o pouso de emergência, na pista já tinham caças da Força Aérea Americana a postos e todo aparato policial. Finalmente, no solo, o piloto conseguiu abrir a porta e todo mal entendido foi esclarecido, tudo como consequência de desconfiança e medo.
Tal estado social ameaça a própria fé.  Confiança é um sentimento essencial para quem decide seguir a Jesus. Em João 14.1, por duas vezes, Jesus incentiva-nos a crer: Confiem em Deus, confiem também em mim. O voo da vida ainda não terminou. Pequenos defeitos poderão ocorrer, como o da fechadura do avião da Carolina do Norte, mas precisamos aprender a confiar uns nos outros e, acima de tudo, na capacidade do nosso Piloto, pois voar é com Ele. Veio do céu. Para lá voltou. Breve retornará em glória, nas nuvens, e nos levará com Ele, voando. Coragem e confiança, está chegando essa hora.
Paz!
Por Pr. Edmilson Mendes
Fonte: Sou da Promessa

Não fique de cabeça baixa

No Evangelho de Lucas (13: 10-17) esta registrada a historia de uma pessoa que andava de cabeça baixa. Não se trata de uma pessoa a alguns dias de cabeça baixa, mas de alguém  há 18 anos de cabeça baixa, 18 anos olhando para o chão.
Te convido a pensar em alguns questionamentos dessa história:
1. Porque existem pessoas de cabeça baixa???
Jesus descobre a causa e vai direto nela. Precisamos identificar a causa.
Em 1° lugar, há uma causa espiritual.
Era uma enfermidade maligna. Contextualizando, podemos admitir hoje que uma das causas de pessoas com cabeças baixas é o pecado. O pecado nos detona, nos deprime, nos corrói, nos deixa abatidos, nos deixa envergonhados.
Em 2° lugar, há uma causa natural.
A vida, nos maltrata, enfrentamos doenças, enfermidades, problemas em casa, problemas no namoro,problemas no trabalho, nos estudos, na igreja, e humanamente falando não há cabeça erguida que resista a tanta coisa.
A Bíblia ensina que quando o pecado entrou no mundo tudo foi afetado.
O pecado afetou nossa vida espiritual, o homem se afastou de Deus.
O pecado afetou nossa vida relacional, começaram surgir os problemas entre os seres humanos.
O pecado afetou nossa vida ambiental, a terra produziu espinhos.
O pecado afetou nossa vida sentimental – o homem sentiu medo! E esse foi só o primeiro sentimento ruim, o acompanhou, o desanimo, a depressão, a angustia…
Agora some todos esses fatores e que você tem? Pessoas de cabeça baixa!
2  O segundo questionamento é: Porque há um interesse em deixar as pessoas de cabeça baixa?
Era isso intenção de satanás. ( V 16 ) Diante dessa afirmação, compartilho as seguintes idéias:
  • Pessoas de cabeça baixa são pessoas com potencial reduzido, ela era alguém incapaz de andar ereta, de sentar-se, de esticar suas costas. E entendo que Deus sabe do meu potencial, mas o diabo também sabe, ele não é burro!!!
  • Pessoas de cabeça baixa são pessoas que tem uma visão ruim da vida. Imagine como aquela mulher via a vida? E tudo depende de como você vê as coisas. Quando não temos uma boa visão da vida, tornamos-nos pessimistas. Para o pessimista nada da certo, tudo é difícil, tudo tem um obstáculo, uma dificuldade, um “mas”, sempre pensa e espera o pior.
  • Pessoas de cabeça baixa são pessoas incapazes de olhar para o céu, vê as coisas de um ângulo medíocre.
  • Pessoas de cabeça baixa são pessoas que se sentem desvalorizadas, aquela mulher se sentia humilhada, era provavelmente ridicularizada. Entretanto, Jesus cura a mulher no sábado e o chefe da sinagoga indignado diz “seis diz há para trabalhar, não venham ser curados no sábado”.Jesus então o confronta com a sua rotina de cuidar dos animais no sábado. Entretanto, um boi era mais importante do que gente.
  • Pessoas de cabeça baixa são pessoas que perdem a identidade, vira gente sem nome, é apenas a “mulher encurvada”, se esquecem quem são. Sabe o que era aquela mulher segundo Jesus? Filha de Abraão, tão filha quanto qualquer outro filho. Mas ela não sabia disso, e para piorar a situação tinha alguns infelizes dizendo a ela  o contrário.
Você entende porque é interessante para satanás que exista gente de cabeça baixa?
3. O terceiro questionamento é: Nessa história, para quem Jesus olha????
Jesus não olha para os príncipes, para os mestres, para os doutores, para um homem… Ele não olha para os de cabeça erguida, espiritualmente arrogantes, ele não olha para uma classe de santos que se excluíam, ele olha para quem Ele sabe que precisa dEle. Jesus olha para alguém que ninguém estava olhando, Jesus nota alguém  que ninguém notava. Jesus a viu”. Para as pessoas ela não era ninguém, Porém Jesus a viu! Sentiu profunda compaixão daquela mulher. Jesus olha para os de cabeça baixa!!! Aleluia!
4. O último questionamento é o seguinte: Nessa história quem é que Jesus traz para perto de si?
Os de cabeça baixa!!! “Jesus a chamou”. È irresistível o convite de Jesus: “ filha vem aqui”, “vem para perto de mim”, “se aproxime por favor”, “vem” Jesus atrai e é atraído para esse tipo de gente. Quem sabe alguém de cabeça baixa esteja lendo essas palavras, acredite; o lugar dos de cabeça baixa, não é trancado dentro de um quarto, não é à margem, não é no meio da indiferença da sinagoga, não é andando por ai sem rumo, seu lugar é  perto de Cristo.
Então Jesus a toca, e ela estica as costas e levanta a cabeça! Esticar as costas e levantar a cabeça, pode ser se livrar do desanimo, pode ser se livrar da depressão, da angustia, da enfermidade, quem sabe do pecado, voltar a fazer aquilo que um dia já foi feito e alcançar plena estatura.
Aquela mulher levantou a fronte pela primeira vez em 18 anos para a glória de Deus. E dizia glória a Deus.,glória a Deus, gloria a Deus. Você não nasceu para andar de cabeça baixa, você nasceu para dar gloria a Deus! Não deixe que nada mude isso!
Encerro mostrando  a reação das pessoas? Há aqui dois grupos:
O 1° fica indignado! Indignado porque alguém levantou a cabeça! RSRS. Esses eram adversários de Jesus.
O 2° grupo, o povo, se alegrava! Alegrava-se porque alguém levantou a cabeça!!!
Glória Deus se essas palavras ajudarem alguém hoje  a levantar a cabeça, Glória a Deus cada vez que um de nós abandonarmos o pecado, as drogas, a prostituição, a mentira, a indiferença, Glória a Deus! Que aja alegria em nosso coração sempre que formos levantados por Jesus Cristo.
Sob a graça de Deus.
Por Pr. Alex
Fonte: Fumap

O diabo anda por aí

Jó 1.7 nos leva a 1 Pedro 5.8 e 1 Pedro 5.8 nos leva a Jó 1.7.
Na primeira passagem, Deus pergunta ao diabo: “De onde você vem vindo?”. E o anjo caído responde: “Estive dando uma volta pela terra, passeando ‘por aqui e por ali’”. Na segunda, Pedro exorta: “Estejam alertas e fiquem vigiando porque o inimigo de vocês, o diabo, anda “por aí” como um leão que ruge, procurando alguém para devorar”.
Enquanto a NTLH diz que o diabo “anda por aí”, outras versões preferem dizer que o anjo caído “ronda em volta” (NBV) ou “gira continuamente” (J. B. Phillips). Em outras palavras, o diabo existe, o diabo está solto, o diabo é inimigo (o mesmo que aparece na parábola do joio), o diabo não para, o diabo quer fazer vítimas.
A denúncia de Simão Pedro é “ex cathedra”, isto é, ele fala com autoridade, pois foi uma das pessoas que o diabo procurou e conseguiu abocanhar, na casa do sumo sacerdote Caifás, na Sexta-Feira da Paixão, pela manhã (Mt 26.69-75).
As voltas do diabo pela terra têm o propósito de descobrir brechas ou fendas no caráter dos cristãos pelas quais possa entrar. O diabo é um catador de rachaduras nas paredes e de goteiras nos telhados. A figura da brecha é usada pelos profetas: “Vocês rejeitam a minha mensagem e põem a sua confiança e a sua fé na violência e na mentira [e] esse pecado será como uma brecha que vai se abrindo num muro alto: de repente, o muro desmorona” (Is 30.13).

O amor ao dinheiro foi a grande brecha no caráter de Judas. O Evangelho segundo João registra: “Assim que Judas recebeu o pão [a senha pela qual o traidor seria revelado], Satanás entrou nele” (Jo 13.27). Não houve mais jeito. Horas depois, Judas “foi e se enforcou” (Mt 27.5).
É preciso tomar cuidado com as rachaduras da vida. Talvez a mais comum e a mais perigosa de todas seja a busca de nome, de poder, de posições cada vez mais altas e de glória. Essa sede é inata. O seu “quase ápice” é quando alguém “se passa por Deus”. E o ápice é quando alguém se julga “mais do que Deus”.
As andanças do diabo “por aí” ou “por aqui e por ali” podem ser vistas nas palavras de Jesus. O Senhor se refere a um espírito imundo que “sai” de um homem, vai para um lugar deserto em busca de repouso e, algum tempo depois, “volta” ao lugar anterior (Mt 12.43-45).
Já que a realidade, por enquanto, é esta, Pedro ordena: “Tenham autocontrole e fiquem alertas” (na tradução de Simon Kistemaker). É necessário resistir o diabo. Tiago aconselha a mesma providência e garante: “Resistam o diabo ‘e ele fugirá de vocês’” (Tg 4.7).
É essa vitória específica que nós cantamos no “Castelo forte”, de Lutero:
Se nos quiserem devorar
demônios não contados,
não nos iriam derrotar.
Nem ver-nos assustados.
O príncipe do mal,
com seu plano infernal,
já condenado está!
Vencido cairá
por uma só palavra!
Fonte: Ultimato

Diante das dificuldades, será que conseguimos nos alegrar no Deus?

Diante das dificuldades, será que conseguimos nos alegrar no Senhor?
“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.” (Hc 3:17-18)
Século 21. Estamos vivendo num mundo em que é pregado constantemente que o cristão não nasceu pra sofrer. Vitória, sucesso, enriquecimento são as únicas coisas anunciadas em muitos púlpitos por aí afora. Você não pode adoecer, não pode perder o emprego, não pode decretar falência em sua empresa, não pode aceitar que o ímpio prospere e o justo padeça. Será que é isso que o Senhor Jesus quer que pensemos? Será que é assim mesmo que devemos nos portar perante as situações adversas?
O profeta Habacuque deixou-nos um excelente exemplo em seu livro no capítulo três. Ele reconhece a soberania de Deus e vê que, em todas as situações, devemos nos alegrar no Senhor. Mas será que na prática é fácil assim? Quando perdemos um ente querido, quando terminamos um relacionamento, quando não passamos no vestibular, quando os amigos nos viram as costas, será que mesmo assim exultamos o Senhor? Somos capazes de ver a mão do Senhor em tudo nas nossas vidas?
Em alguns momentos somos atribulados, sofremos calúnias, injúrias, mesmo sendo inocentes. José foi para a prisão depois de resistir à tentação, isto é, ele como servo do Senhor, fez o que era certo e mesmo assim foi preso por uma falsa acusação infundada. E mesmo na prisão continuou testemunhando do Deus a quem ele servia (Gn 39:7-23). Será que agiríamos assim como José?
É fácil adorar, exaltar e gloficar ao Senhor em meio a bonança, fartura e bençãos. E na dificuldade? Nas adversidades? Será que louvaríamos ao Senhor dentro de uma prisão, assim como Paulo e Silas, encarcerados mesmo sendo inocentes (At 16:25)? Ou talvez faríamos como Jó quando, mesmo após perder os bens, os servos, os filhos e até adoecer fisicamente, foi capaz de bendizer o nome do Senhor e reconhecer que tudo o que tinha vinha dele. (Jó 1:21).
Tudo o que acontece em nossas vidas tem um propósito de Deus. Até nas adversidades o Senhor está conosco. Em meio às lutas, às dificuldades, nas derrotas, ele sempre tem o melhor para nós porque ele nos ama eternamente!
Que possamos orar sempre assim: “Senhor nos ajuda, nos ensina e nos fortalece a cada dia mais para que possamos alcançar corações sábios e entender a sua soberania sobre nossas vidas e, mesmo que nada aconteça da maneira que nos agrada, Tu és e sempre serás o Deus a quem servimos! Amém.”
Diego da Silva Barros é membro da IAP em Piedade (RJ).
Fonte: Portal IAP

Parábola de um Rei

Certa vez, um rei, mandou seus soldados colocarem um convite em praça pública para todos moradores do seu reino e dos reinos vizinhos, e quem quisesse, comparecer a uma festa incrível que seria dada no castelo.
O povo se alegrou e correram pra se preparar para a festa. Um mendigo que morava na tal cidade, ficou muito feliz, pois há muito tempo não comia decentemente, mas ao se aproximar do cartaz com o convite, seu semblante foi aos poucos se transformando em raiva… onde já se viu! gritava ele, esse rei é um patife!! esbravejou.
No final do convite, tinha uns dizeres que diziam: É obrigatório o uso de vestimentas Especiais.
O mendigo ficou extremamente irritado onde iria conseguir tais roupas ?? e resolveu falar com o rei.
Logicamente os guardas do palácio barraram sua entrada; e ele da porta do castelo gritava a pleno pulmões: Eu quero falar com o rei eu tenho direito, o rei é um homem que fala pelos dois cantos da boca, e tanto incomodou e tanto incomodou que os guardas sabendo que seu rei era muitíssimo sábio e bondoso resolveram falar com o rei e o rei prontamente mandou que o mendigo entrasse.
Depois que o mendigo apresentou suas razões o rei concordou com ele e disse: O que me pedes é muito justo, roupas limpas… e chamou seu filho, que prontamente atendeu o pai: Pois não meu pai.
Leve esse homem ao quarto real e lhe roupas novas!
Sim, meu pai.
O mendigo o acompanhou pelo castelo e sua boca estava escancarada! quanta beleza, quanta riqueza!
Chegando ao quarto real, ele era tão grande tão grande que seria capaz de se perder dentro dele de tantas roupas, uma mais linda do que a outra que o mendigo não soube escolher nenhuma, precisando que o filho do rei escolhesse uma para ele, e escolheu uma que era lindissima!
Ao vestir-se o mendigo pegou sua trouxa de roupas sujas e rasgadas e colocou debaixo do braço e saiu. O filho do rei lhe disse: porque você não joga esses trapos fora? O mendigo respondeu: ah não! deixa assim pois quando essas roupas novas se gastarem eu posso muito bem precisar desses meus trapinhos e vou guardá-los, e saiu.
Durante a festa o mendigo, permaneceu com sua trouxa de roupas debaixo do braço e não podia se servir, nem comer direito, pois a trouxa o atrapalhava e com uma só mão era difícil de se virar, ficou tão irado, que saiu dando pontapés em tudo que tinha pela frente e sem aproveitar da festa saiu sem comer nada, sem dançar, sem participar, por causa das roupas velhas que ele não desgrudava.
Ao sair do castelo, tropeçou na trouxa de trapos e caiu do alto da escada. Uma grande multidão se pos a sua volta todos horrorizados com o ocorrido e isso chegou ate os ouvidos do rei, que se aproximou, olhou e chorou: Não precisava ser assim ele disse…..não precisava….., as roupas que eu mandei te dar, eram as mais especiais, jamais se gastariam.
O SENHOR, TEM NOS DADO, NOVAS VESTES, VESTES QUE NAO SE ACABAM, VESTES SANTAS…
VOCE TEM CONSEGUIDO LARGAR A SUA TROUXA DE ROUPAS VELHAS???
SE AINDA NÃO LARGOU, LARGUE E COMEÇE A USAR AS ROUPAS NOVAS QUE O SENHOR TE DÁ. 

A arte de "falar" do amor de Deus

“Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (João 4.34.)
Sempre que assumimos um ministério, pensamos numa forma de produzir e dar excelentes frutos!
Quando recebemos de Deus algum dom, habilidade ou talento, devemos usá-lo para um único objetivo, levar a mensagem de Deus e fazer conhecido o amor que Ele nos dispensou.
Canções, peças teatrais, danças e outros recursos são formas de atrair pessoas a Deus. Agradam, trazem diversão e emocionam as pessoas, porém se vierem sozinhos, sem a presença do Espírito Santo, se tornarão vazios.
Devemos, primeiramente, orar, nos consagrar, por tudo o que iremos realizar. Somente Deus pode nos direcionar, usar a nossa vida e os talentos que Ele mesmo nos deu para que as pessoas sejam convencidas, pelo Espírito Santo, do pecado e recebam a Jesus Cristo como único e suficiente salvador de suas vidas. “[…] não é por força nem por violência, mas é o Espírito Santo quem convence […]” Jamais podemos nos esquecer de que é o Espírito Santo quem leva uma pessoa a escolher viver em santidade e ter uma vida com Cristo.
Hoje vivemos uma realidade na qual as pessoas rejeitam o evangelho, muitas vezes, pela forma como ele é pregado. Por isso cremos que o Espírito tem nos direcionado a falar do amor de Deus através das artes.
Ele deseja nos usar como ferramentas e instrumentos em suas mãos. O objetivo não é nos promover como ministros, mas propagar o nome do Senhor. Nunca devemos nos esquecer que a nossa mensagem não está nas demonstrações atrativas e superficiais de nosso próprio talento, mas na “demonstração de poder do Espírito.” (1Co 2.4.)
Se Deus nos deu a oportunidade de cantar, dançar, interpretar, pintar e usar todo tipo de arte para adorarmos a Ele e levar outros a salvação, não podemos desperdiçar esses talentos. É tempo de sairmos das “quatro paredes” (igreja), usando todos esses recursos para ganharmos almas para o Reino; é tempo de fazermos conhecido o amor de Deus. A arte é uma forma poderosa de impactar pessoas se produzida na unção e no poder do Espírito Santo.
Fale de salvação, amor, graça e perdão em suas mensagens, use todos os recursos que Deus lhe deu. Você é único, ninguém poderá fazer ou exercer o seu ministério e chamado como você deve exercer. Então, use os seus dons, os talentos que Deus lhe deu, para anunciar o amor de Deus. Não se intimide! Complete a obra do Senhor, leve alimentos aos famintos!
Fonte: Lagoinha

Sua vida é um avião